Another fine review from our portugese friends at Via Nocturna for RUBY THE HATCHET:

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Com apenas quatro anos de existência, os Ruby The Hatchet impuseram-se fortemente no seu segmento fruto de um álbum e um EP. Agora que a banda chegou a uma editora europeia e como forma de apresentação deste coletivo, a Bilocation Records/Kozmik Artifactz avança com este lançamento, Aurum, que mais não é que uma junção dos dois temas do EP e os melhores de Ouroboros, o trabalho de estreia. Como é habitual nas edições desta casa, o vinil é a principal forma de transmitir todo o revivalismo e psicadelismo dos Ruby The Hatchet, e tão típico dos anos 60/70. Aqui e ali há algumas influências de Black Sabbath, embora não sejam contínuas nem sistematicamente evidentes. Agora, neste 9 temas há muito fuzz e muito psicadelismo, com órgãos atmosféricos, baixo muito denso e distorcido e guitarras com afinação muito grave. O som é arrastado, com riffs colossais, denso e obscuro ao qual é contraposto a voz feminina com alguma claridade de Jillian Taylor, aqui e ali coadjuvada por vocais masculinos que resultam bem em dueto. Acontece em Can’t Get Him Away (um dos melhores temas do disco com um sensacional mudança rítmica) e em Wicked Ones. Por vezes as linhas vocais, assim como os riffs, tornam-se algo repetitivos e estes são os únicos aspetos menos positivos deste disco. Uma palavra para o épico final Eliminator, com alguns períodos muito estranhos, bastante psicadelismo e um baixo deslumbrante. Numa época em que o psyche rock se revitaliza a todos os minutos, os Ruby The Hatchet provam aos europeus, com Aurum, o porquê da sua enorme aceitação nos círculos americanos do género. Esta é uma compilação, para apresentação funciona na perfeição e deverá deixar os fãs do heavy psyche doom rock ansiosos por novo material de originais. (http://vianocturna2000.blogspot.pt/2015/06/review-aurum-ruby-hatchet.html)

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